4 de ago. de 2019
De um limão, uma caipirinha
Quem tem família não morre pagão.
Sete horas de conexão? Bora passear com o sobrinho Ricardo e Andressa Barradas. De um limão se faz uma " caipiroska" rs
Tudo no inesperado, na alegria do acolhimento.. Booom né, amiga Vera. Fechando com chave de ouro a viagem a Maceió. A Lua nos banhando , a chuva nos trazendo a brisa da orla de Recife. A palavra é gratidão
Amanhã- Bauru
E viva a rotina, que nos espera
Sete horas de conexão? Bora passear com o sobrinho Ricardo e Andressa Barradas. De um limão se faz uma " caipiroska" rs
Tudo no inesperado, na alegria do acolhimento.. Booom né, amiga Vera. Fechando com chave de ouro a viagem a Maceió. A Lua nos banhando , a chuva nos trazendo a brisa da orla de Recife. A palavra é gratidão
Amanhã- Bauru
E viva a rotina, que nos espera
ABletras 26 anos
A vida é assim..
Tira-se a havaiana, hidrata - se o pé esfoliado pela areia , calça um salto 9, para arrepio do filho fisioterapeuta e devidamente vestida em honra à Academia de Letras de Bauru, junta- se aos confrades na celebração de seus 26 anos. Noite, onde a Língua Portuguesa também se sente homenageada. A palavra é gratidão . Noite agradabilíssima! Norte de uma busca incessante pela preservação de um Símbolo de União, a nossa Língua.
Amanhã, será outro dia...quase rotina rsrs
Boa noite. Fiquem em paz
Tira-se a havaiana, hidrata - se o pé esfoliado pela areia , calça um salto 9, para arrepio do filho fisioterapeuta e devidamente vestida em honra à Academia de Letras de Bauru, junta- se aos confrades na celebração de seus 26 anos. Noite, onde a Língua Portuguesa também se sente homenageada. A palavra é gratidão . Noite agradabilíssima! Norte de uma busca incessante pela preservação de um Símbolo de União, a nossa Língua.
Amanhã, será outro dia...quase rotina rsrs
Boa noite. Fiquem em paz
Crônica de Aeroporto
Crônica de Aeroporto.
Na próxima viagem ao encontro de Sol, praia e mar ela irá com 5 kl. Palavra de escoteiro. Quanto ao Inverno, não tenho tanta convicção do meu desapego.
À primeira vista, o fato de se cobrar pela bagagem além de 10 kl, se reduz a vaidade, se organiza em uma maleta e pronto, como diz o nordestino. Foi gerado um outro problema.
Não é tão simples assim. A bagagem de mão aumentou e com a capacidade máxima do voo, ela não se acomoda nos bagageiros.
Estávamos na fila de embarque e observamos que algumas malas, mochilas eram separadas
O coração ficou apreensivo. Terei despesa extra? Como assim? Não comprei nada. Ela voltou como foi - 8kl.
Na verdade, agora somos convidados a despachar a bagagem, sem se levar em conta o peso.
Para a Vera e eu foi ótimo. Teríamos uma conexão de 7 horas. Com o atraso de uma hora, nada menos de 8 h de espera. O banco vai ficando cada vez mais duro, desconfortável . A cabeça pesa, a cervical dá sinais de estresse, a lombar parece encolher, dando sinais que necessitam de postura mais adequada, impossível naquele momento.
Quanto à conexão, não escolhida, será tema de outra crônica.
Agora, vamos à organização da casa, pós férias. O parêntese se fecha e retornamos à rotina .
O que eu gosto mesmo é acordar, tirar fotos dos meus cantinhos, da luz que encontra caminhos pela cortina, da penumbra da sala e pensar em crônica, mesmo que não escreva no momento. Afinal, o dia também é uma criança.
Boa semana. Paz, apesar do " ses" da vida.
Abraço da Olynda
À primeira vista, o fato de se cobrar pela bagagem além de 10 kl, se reduz a vaidade, se organiza em uma maleta e pronto, como diz o nordestino. Foi gerado um outro problema.
Não é tão simples assim. A bagagem de mão aumentou e com a capacidade máxima do voo, ela não se acomoda nos bagageiros.
Estávamos na fila de embarque e observamos que algumas malas, mochilas eram separadas
O coração ficou apreensivo. Terei despesa extra? Como assim? Não comprei nada. Ela voltou como foi - 8kl.
Na verdade, agora somos convidados a despachar a bagagem, sem se levar em conta o peso.
Para a Vera e eu foi ótimo. Teríamos uma conexão de 7 horas. Com o atraso de uma hora, nada menos de 8 h de espera. O banco vai ficando cada vez mais duro, desconfortável . A cabeça pesa, a cervical dá sinais de estresse, a lombar parece encolher, dando sinais que necessitam de postura mais adequada, impossível naquele momento.
Quanto à conexão, não escolhida, será tema de outra crônica.
Agora, vamos à organização da casa, pós férias. O parêntese se fecha e retornamos à rotina .
O que eu gosto mesmo é acordar, tirar fotos dos meus cantinhos, da luz que encontra caminhos pela cortina, da penumbra da sala e pensar em crônica, mesmo que não escreva no momento. Afinal, o dia também é uma criança.
Boa semana. Paz, apesar do " ses" da vida.
Abraço da Olynda
Ser feliz no simples
Fotos tão peculiares na mesma postagem? O que uma tem a ver com a outra? Separadamente...nada mesmo. Mas, se um fio imaginário desenhar um A unindo as duas imagens, se acarinha uma manifestação de Amizade.
No "dia do amigo", estava dando um trato nas minhas unhas, cansada depois de quase 24 horas em trânsito, resfriada, meio febril e percebo que a Renata Souza, querida amiga manicure, foi recortando florzinhas, pegando vidro com gliter , sem mesmo eu pedir a arte.
-- Nossa, que chic!
- É pelo dia " do amigo "
Um carinho só. Nesses anos de encontros semanais, já pulamos muitas ondas serenas e tantas outras enfurecidas. E sobrevivemos.
Ao acabar o trabalho...
Olynda, vc não está bem. À noite teria o evento dos 26 anos da ABletras.
Vc tem chá? Escolhe um . Toma e descansa
Sentiram a textura do cordão que une almas, na simplicidade de enxergar o outro? Entrelaçando símbolos?
Nesse mesmo Ateliê, no meu aniversário fuii acolhida com Parabens e bolo de fubá.
Essa demonstração de amizade me arrepia a pele, pela qual exala o perfume gratidão.
Nada no tudo
Tudo no nada.
Massageia o
coração , poetiza a vida .
Obrigada
No "dia do amigo", estava dando um trato nas minhas unhas, cansada depois de quase 24 horas em trânsito, resfriada, meio febril e percebo que a Renata Souza, querida amiga manicure, foi recortando florzinhas, pegando vidro com gliter , sem mesmo eu pedir a arte.
-- Nossa, que chic!
- É pelo dia " do amigo "
Um carinho só. Nesses anos de encontros semanais, já pulamos muitas ondas serenas e tantas outras enfurecidas. E sobrevivemos.
Ao acabar o trabalho...
Olynda, vc não está bem. À noite teria o evento dos 26 anos da ABletras.
Vc tem chá? Escolhe um . Toma e descansa
Sentiram a textura do cordão que une almas, na simplicidade de enxergar o outro? Entrelaçando símbolos?
Nesse mesmo Ateliê, no meu aniversário fuii acolhida com Parabens e bolo de fubá.
Essa demonstração de amizade me arrepia a pele, pela qual exala o perfume gratidão.
Nada no tudo
Tudo no nada.
Massageia o
coração , poetiza a vida .
Obrigada
Olynda Bassan
Um certo hotel
Estávamos em onze pessoas. É comum se formar um grupo e sair voando de quando em quando. Eu viajava pela primeira vez, em bando rs. Sabe que gostei? Pessoas especiais.
Manhã preguiçosa, nublada. Não combinava com a linda Maceió.
Mas, se é para passear, vamos lá. Num chuvisca e passa. Passa, chuvisca, os amigos aventuraram a caminhar. Eu permaneci no hotel. Faço opção por explorar o canto onde estou. Estar, me dá a sensação de pertença, mesmo que seja por alguns dias. O escrever me fazia cócegas.
Na chegada, no saguão do Hotel Ciribaí, Maceió, detalhes chamaram-me atenção. Os olhos ainda circulavam no macro espaço, quase distraídos.
Disse à atendente Raimunda, entre malas e checkin:
-- Que lugarzinho charmoso!
-- É mesmo, a d. Sônia gosta de enfeitar.
A beleza simples, aconchegante, se fazia na decoração com bom gosto.
“Cantinhos” revelam a personalidade de quem os sonham e as mãos constroem.
. Clássico, rústico, despojado vão contando do lugar
. Em frente aos objetos, escolhendo ângulos, aos quadros, caminhando, até que em uma charmosa estante, descubro um livro " Memórias de Bordo " de João Pereira Moura " Eu me sento nas poltronas convidativas à leitura, a um papo olho no olho. Folheio. O registro da vida de um pai, incentivado pelos filhos. Volto o livro à prateleira com a intenção de ler depois. Retomo às fotos.
No balcão, uma simpática mulher me observa e se oferece para tirar as fotos. Digo não ser necessário e agradeço.. Os cantinhos charmosos, misturando estilos clássicos, abstratos, regionais seriam usados em uma crônica. Sabia que o nome da dona do Hotel era Sônia.
-- Você é Sônia?
-- Sim. Os sorrisos se alargam.
__ Ah, você escreve? Apressadamente sai, dizendo que iria me dar um presente, então.
Sônia, entrega - me o livro. O sr João, autor do livro é seu pai. Dentro, o contato dele, com uma mensagem: “Este livro é seu. Ficarei honrado, se a pessoa que o ler, fizer comentários, críticas ou opinar a respeito do conteúdo”.
Sr João não é só amante da Literatura, como pinta também. Os quadros que decoram o hotel são de seu pai com 84 anos e outros de sua filha. Segundo Sonia seu pai é antenado, lúcido perante o mundo e a ele próprio. Vai do abstrato à natureza morta, paisagens.
Sob sua encomenda, fez telas sob medida, desenhos geométricos, bem alegres. Sabe pra quê? Para vestirem as caixas de energia Não é um charme?
Com os olhos úmidos, a filha me disse que por meio da escrita, conheceu seu pai.
Sai do pedestal de Pai e se encarna no homem com desejos, dores, sentimentos inaudíveis no olhar de filhos.
Eu entendi as palavras da Sônia, ao ler o livro. A fibra, o caráter do sr João foi forjado no fogo, desde a infância. O “ Memórias de Bordo”, relata o seu primeiro dia na “Escola de Aprendizes Marinheiros do Estado da Bahia até a passagem para a Reforma. Tão jovem foi alvo de injustiças, sofreu represálias, mas dizia a verdade, sempre. Assumia suas convicções da moral, da ética. Curioso, foi se capacitando e acumulando funções e experiências. Corajoso, que só ele. Vida exemplar. Lembra meu pai.
Uma vez, contando um fato para a Path, ela me disse...”mãe, desconheço isso em você, de você. Por que não escreve sua vida? Por certo nos revelaria a mãe, a mulher que desconhecemos. É.
Obrigada à equipe do Hotel Ciribaí. Ô delicia de café, de ducha, de acolhimento. Não se classifica um hotel só pelas estrelas, não.
Enxergando além do balcão, onde entrego e retiro a chave, um olhar perceptivo me faz feliz e grata, esteja, onde estiver.
Vidas humanas entrelaçadas às paredes impessoais de um hotel, ensinam a vida.
Sr, João, segue meu livro “ Almas em Versos”.
Somaremos nossas emoções reveladas na alma de escrevinhadores.
Obrigada
Manhã preguiçosa, nublada. Não combinava com a linda Maceió.
Mas, se é para passear, vamos lá. Num chuvisca e passa. Passa, chuvisca, os amigos aventuraram a caminhar. Eu permaneci no hotel. Faço opção por explorar o canto onde estou. Estar, me dá a sensação de pertença, mesmo que seja por alguns dias. O escrever me fazia cócegas.
Na chegada, no saguão do Hotel Ciribaí, Maceió, detalhes chamaram-me atenção. Os olhos ainda circulavam no macro espaço, quase distraídos.
Disse à atendente Raimunda, entre malas e checkin:
-- Que lugarzinho charmoso!
-- É mesmo, a d. Sônia gosta de enfeitar.
A beleza simples, aconchegante, se fazia na decoração com bom gosto.
“Cantinhos” revelam a personalidade de quem os sonham e as mãos constroem.
. Clássico, rústico, despojado vão contando do lugar
. Em frente aos objetos, escolhendo ângulos, aos quadros, caminhando, até que em uma charmosa estante, descubro um livro " Memórias de Bordo " de João Pereira Moura " Eu me sento nas poltronas convidativas à leitura, a um papo olho no olho. Folheio. O registro da vida de um pai, incentivado pelos filhos. Volto o livro à prateleira com a intenção de ler depois. Retomo às fotos.
No balcão, uma simpática mulher me observa e se oferece para tirar as fotos. Digo não ser necessário e agradeço.. Os cantinhos charmosos, misturando estilos clássicos, abstratos, regionais seriam usados em uma crônica. Sabia que o nome da dona do Hotel era Sônia.
-- Você é Sônia?
-- Sim. Os sorrisos se alargam.
__ Ah, você escreve? Apressadamente sai, dizendo que iria me dar um presente, então.
Sônia, entrega - me o livro. O sr João, autor do livro é seu pai. Dentro, o contato dele, com uma mensagem: “Este livro é seu. Ficarei honrado, se a pessoa que o ler, fizer comentários, críticas ou opinar a respeito do conteúdo”.
Sr João não é só amante da Literatura, como pinta também. Os quadros que decoram o hotel são de seu pai com 84 anos e outros de sua filha. Segundo Sonia seu pai é antenado, lúcido perante o mundo e a ele próprio. Vai do abstrato à natureza morta, paisagens.
Sob sua encomenda, fez telas sob medida, desenhos geométricos, bem alegres. Sabe pra quê? Para vestirem as caixas de energia Não é um charme?
Com os olhos úmidos, a filha me disse que por meio da escrita, conheceu seu pai.
Sai do pedestal de Pai e se encarna no homem com desejos, dores, sentimentos inaudíveis no olhar de filhos.
Eu entendi as palavras da Sônia, ao ler o livro. A fibra, o caráter do sr João foi forjado no fogo, desde a infância. O “ Memórias de Bordo”, relata o seu primeiro dia na “Escola de Aprendizes Marinheiros do Estado da Bahia até a passagem para a Reforma. Tão jovem foi alvo de injustiças, sofreu represálias, mas dizia a verdade, sempre. Assumia suas convicções da moral, da ética. Curioso, foi se capacitando e acumulando funções e experiências. Corajoso, que só ele. Vida exemplar. Lembra meu pai.
Uma vez, contando um fato para a Path, ela me disse...”mãe, desconheço isso em você, de você. Por que não escreve sua vida? Por certo nos revelaria a mãe, a mulher que desconhecemos. É.
Obrigada à equipe do Hotel Ciribaí. Ô delicia de café, de ducha, de acolhimento. Não se classifica um hotel só pelas estrelas, não.
Enxergando além do balcão, onde entrego e retiro a chave, um olhar perceptivo me faz feliz e grata, esteja, onde estiver.
Vidas humanas entrelaçadas às paredes impessoais de um hotel, ensinam a vida.
Sr, João, segue meu livro “ Almas em Versos”.
Somaremos nossas emoções reveladas na alma de escrevinhadores.
Obrigada
Olynda Bassan
13/07/2019 Maceió
13/07/2019 Maceió
7 de mai. de 2019
Tributo à mulher
Tributo à mulher
Mulher de todos os dias.
Homenagem atemporal
Homenagem atemporal
Mulher
És harmonia
garra
protesto
leveza
És indignação
sabedoria.
beleza.
feminilidade.
mãe
prazer
És imensa.
multidão em uma só.
pedra angular.
rocha na areia que se move
pilar na alternância das marés
bailarina além dos salões.
És útero sacramentado em poesia – no filho
maternidade da Natureza.
procriação sem filhos gerados
o canto da pedra
ÉS discriminada, violentada no SER.
desamparo de um Sistema doentio.
saco de pancadas do homem vil.
És altar na tua dignidade
És luta sem fim
És digna de fidelidade.
De ser respeitada.
De ser compreendida.
És criatura do Criador.
És o Amor encarnado.
garra
protesto
leveza
És indignação
sabedoria.
beleza.
feminilidade.
mãe
prazer
És imensa.
multidão em uma só.
pedra angular.
rocha na areia que se move
pilar na alternância das marés
bailarina além dos salões.
És útero sacramentado em poesia – no filho
maternidade da Natureza.
procriação sem filhos gerados
o canto da pedra
ÉS discriminada, violentada no SER.
desamparo de um Sistema doentio.
saco de pancadas do homem vil.
És altar na tua dignidade
És luta sem fim
És digna de fidelidade.
De ser respeitada.
De ser compreendida.
És criatura do Criador.
És o Amor encarnado.
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