4 de dez. de 2016

Lembranças

Eu não sei o porquê, mas minha amiga Eliane Scucuglia Arruda é quem recebe as notificações do aniversário dos meus textos, pelo Facebook e não eu rs. Hoje ela me avisou que o primeiro texto publicado faz dois aninhos. Eu escrevia que teria mais coisa para contar. Eu me referia aos meus passos pela Capital. E não é que levei à serio? Hoje são quase 200 textos, navegando entre prosa e poesia. Obrigada aos meus carinhosos amigos que me doam o seu tempo como leitura. É pic, é pic. É hora é hora!!!! Abraço da Olynda.
Bom dia
Ontem estive no MASP, vivendo momentos muito significativos, de aprendizado, mesmo, sem falar da beleza da arte. Não sou de ficar conversando, mas resolvi parar e ouvir um poeta que ali vende suas brochuras de poesia há muitos anos. Falei do Projeto "EnvelheSER" da UATI, USC Bauru. Ele amou a ideia. Filosofamos, falamos da vida com poesia . Seu nome é Ivan Petrovitch, nascido em Londrina. Nos murais do museu encontro esta frase de LUDWING TIECK.
"Deveríamos fazer do comum algo extraordinário e então nos surpreenderíamos descobrindo que está muito perto de nós a fonte do prazer que buscamos em lugar tão distante e difícil. Estamos muitas vezes a ponto de pisar na maravilhosa utopia, mas acabamos olhando por cima dela de binóculos.
Exatamente! Foi isto que pensei ao sair de casa:.hoje quero viver um dia diferente...e assim foi. Tenho muito mais coisas para partilhar com vocês."
2816C

homenagem

Grande Mestre, Paulo Bentancur. Deixou suas pegadas em suas obras, Paulino Vergetti Neto. Um tesouro! Parabéns!. Presente pelo dia do poeta.

Gratidão

Compartilho a emoção por receber orquídea e chocolate da amiga Ana Paula Nogueira e de sua filha Lorena. Gesto carinhoso pela poesia dos 12 anos da linda Lorena
Fiquei muito feliz e agradecida, querida amiga. Te abraço.

Não gosto de despedidas

Não sou eu. Fico feliz quando as pessoas entram em minha vida, mas tenho dificuldade em deixar ir. Trabalho o meu lado canceriano de querer todos por perto, com os seus limites e virtudes. Sofro com despedidas, embora sejam inevitáveis. Não somos âncoras.As pessoas mudam, as circunstâncias se movem e a vida continua. C' est la vie .Desapegar das águas corredeiras é sabedoria. Vamos lá, crescendo.

Nosso próprio vinho






     Caminhamos, caminhamos ao encontro do pote de ouro no final do arco- íris, a plenitude do além mar, além vida. En construção nos falta vinho. Sempre insatisfeitos na ânsia de nossa finitude. Falta uma gota, um gole, uma garrafa e estamos sós. De nossas perdas sabemos nós. Da explosão da alegria que transborda a alma, sentimos nós. O outro participa, chora, ri, mas o número exato do sapato, onde nos acaricia ou aperta são os nossos pés que sentem na pele. A emoção do nascer e do morrer é mágica. No final do dia, após o cansaço de ganhar o pão com o nosso suor e simpatia, a dois, três, ou avizinhando nossa solidão nos acolhemos com o próprio vinho que alegra, que sacia no monólogo do silêncio. Há prece, há contentamento no encontro de nós mesmos, no momento que nos esvaziamos, desnudamos nossos pés, sentimos o chão frio e ao mesmo tempo acolhedor. Desate as sandálias, bate a poeira que acoberta sonhos e sentido da vida. Tim Tim. Celebremos a vida amanhã. Somos eternos e nos entremeios sentimos a delícia de conviver com pessoas amadas, queridas que deixaram em suas pegadas o valor da vida. Que nada, que nenhuma carência, desamparo, nos diminua na vontade de bater asas e conhecer nosso próprio voo.
No vinho que me faltou hoje, compensei na lágrima que tingiu a taça. Boa noite.

Carinho além Mar



Mais uma arte do meu amigo, que me presenteia. Obrigada pela atenção carinhosa. Há amigos além mar, outra lingua, outra cultur., Olhares diferentes em um mesmo Universo, de mundinhos peculiares. Não nos falamos, mas a atenção, a simpatia, respeito permeiam a amizade virtual.








A grande Lua










A alma canta e sente a poesia no silêncio do olhar, na contemplação da beleza infinda da majestade Natureza. A criatura e o Criador num diálogo de Amor e Gratidão. Momento de oração. Ele olha para mim e eu para Ele. Falar para quê? Ele sabe que eu O enxergo nesta grande Lua. Boa noite. Abraço da Olynda na brisa que aconchega e faz suspirar na Bela noite. Bênçãos