6 de out. de 2020

Chegou o MEU livro

 À família, aos parentes de sangue. À Família, aos parentes de alma. Quem não tem amigos que se revestem de parentesco pela afinidade, pelo amor da escolha no caminho chamado amizade? Não se explica. É o sentir da poesia. Em mim, este olhar é muito significativo.

O parto tinha dia para acontecer. Era o e-mail mais aguardado. " Olynda, nasceu seu " filho de papel". Veio bonito, robusto, de papel de qualidade com o cheirinho de recém nascido.
Entre arrepios da emoção que não se cabem no espaço da alma, fui buscar meu rebento de minha " meia" idade. Um recomeço, um novo sentido de uma nova década.
A Editora Canal 6 tem sido uma " Mãe" neste processo criativo e trabalhoso. Precisava desta carinhosa acolhida, desta competência de Edição.
Depois de cheirar, de acarinhar, sentir a textura do resultado e do oba, oba, claro, calmamente comprei flores. Dei cor à minha casa em celebração,. A cor já se aninhara na alma inebriada.
Em prece, coloquei o livro aos pés de Maria, sob à sombra de seu manto. E nela estão todos vocês, queridos amigos dos livros.
À noite celebrei sozinha com um bom vinho e queijos finos. Era o meu momento. Diálogo entre a mente e a alma da Olynda. Revivemos desde o início, onde só havia palavras, escritos do cotidiano. Não me era revelado o sonho do livro. Ele surgiu de esforço, sentimentos e " empurrões" vai... escreva, refaça... eu te acompanho... já é tempo de publicar...
Bem... " Alma em versos" veio para seu berço, mas já não é meu...eu o criei para ressignificar olhares, crítica, encontros, jeito de viver, de amar.
Que os meus poemas de versos brancos, da poesia dos fatos da vida, possam lê- ló, querido leitor.
Se conseguiu ler até o final... encontrará o abraço da Olynda .rsrs
Alexandra Jacob, Mariluci Genovez e outras 21 pessoas
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Primavera Peregrina

 Primavera peregrina

Caminho abraçada às flores
da bordadura dos meus canteiros.
Ouço na brisa o ruído das cores,
nos pés o estalar das folhas
secas do outono, nas mãos
colhedeiras minha primavera.
No néctar que deixo, pousa em
mistérios, borboletas sonhadoras
Nas pegadas, ramalhete de
sonhos em botões espalho,
como peregrina sementeira.
Voa o pólen de flores
parasitas que enlaçam a alma
de amores e aromas.
Sou poema das cores
da montanha que transponho,
do orvalho azul da paz,
das águas que cantam.
Sou esperança que hiberna
no inverno como videira,
e floresce na primavera
Nos galhos secos retorcidos implodem
flores frisadas em sensibilidade,
como a pele que me veste.
É Primavera!
Olynda Bassan
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Ana Maria Barbosa Machado, Jaqueline Rodrigues Mendes e outras 124 pessoas
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Dia dos filhos- Amar

 Amar é...

Amar imensamente é...
Prolongamento das ramas do AMOR é...
Gratidão em louvores é...
Útero sacramentado é...
Alegria da nossa alegria é...
Horas de sono vagando é...
Encontro do tesouro é...
Bênção em profusão é...
Vida de nossa vida é...
Entrega imensurável é...
Acolhida irrestrita é...
Elos entrelaçados é...
Coração com coração é
Lágrimas de emoção é...
Aprendizagem é...
Razão de nossos dias é...
O sentido de cada frase
Vivo, sinto, experimento
Em vocês, filhos....
Path, Elô, José
Sentir que palavras não expressam.
Beijão
Mamys Olynda
João, olhe por nós.
Ache uma frestinha no céu
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Você, Elô Franco, Ana Maria Barbosa Machado e outras 266 pessoas
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