. São os artesãos brasileiros, fazendo a diferença, valorizando a arte da nossa terra. E para terminar o dia um café com a amiga Bianca Camargo Renó, uma jovem amiga que alimenta nossa amizade com mensagens, convites, sorrisos e partilha de vida. Interessante é que tem idade para ser minha filha. Nos conhecemos na fila, comprando ingresso para o Show do Nando Reis. Imagina! Valeu a minha tarde regada à cultura, o belo e amizade. Obrigada Bianca.
19 de out. de 2016
Noite de arte com Jaci Toffano
Como diz o Poema de Cecília Meireles " É isto ou aquilo". As escolhas são perenes. Preferência é prioridade. É o que nos move, nos traz satisfação, regalo dos olhos.
Nesta noite apesar da brisa gelada, dos metrôs e caminhada optei em ir ao encontro de... Da Arte, de pessoas, de conversas e risos. Fui à Galeria de Arte Camasmie na rua Bela Cintra, abraçar e ouvir a pianista Jaci Toffano. Amiga virtual que se torna presença no olho com olho. Jaci nasceu em Jahu e hoje mora na...
Ver maisNesta noite apesar da brisa gelada, dos metrôs e caminhada optei em ir ao encontro de... Da Arte, de pessoas, de conversas e risos. Fui à Galeria de Arte Camasmie na rua Bela Cintra, abraçar e ouvir a pianista Jaci Toffano. Amiga virtual que se torna presença no olho com olho. Jaci nasceu em Jahu e hoje mora na...
Família
A maior riqueza da sua vida se chama família.
Ela reflete perfeitamente a sua atitude perante a vida e mostra que você é uma pessoa incrivelmente sensível e empática. Você já viveu muita coisa e os desafios que você enfrentou te tornaram muito mais forte.
Alguém contou isto para o Facebook? Família, amor sem medida. E ainda sou canceriana. Quero todos no meu ninho
Alguém contou isto para o Facebook? Família, amor sem medida. E ainda sou canceriana. Quero todos no meu ninho
Infância
diã. Ah, se alguém tentasse chegar perto das crianças. À noite, depois de deixarem a roupa imunda no tanque, banho e janta, a brincadeira era na sala de visitas com o João, que se fazia moleque, tanto quanto os sobrinhos e filhos. Voltavam para a cidade, corados, encardidos, sola do pé grossa, e com as roupas trocadas. Também não havia etiqueta ! Em toda reunião de família se recorda as férias na casa da tia Olynda com boas lembranças e gargalhadas. Foi a época que mais cozinhei na minha vida. Tínhamos quintal e nele, a queima de energia. Precisava alimentar a molecada. Isto é vida. " Chegará um dia em que as nossas recordações serão o nosso grande e eterno tesouro" Vocês, crianças estarão entre elas. Poxa! Bateu saudade.

Mia Couto
Ingresso na mão para o encontro e lançamento do livro " Sombras da Água" do escritor Mia Couto. Direto de Moçambique para o SESC Vila Mariana. O segundo de uma trilogia. Continuidade do " Mulheres de Cinza"" O evento promete. Sortuda, eu. Isto é que estar no lugar certo na hora certa. Sem falar da espera prazerosa de 5 horas, sentada com pessoas interessantes da área das Letras. Vamos lá conhecer Mia Couto ao vivo e à cores com seu lirismo e visão de mundo.
Você não me representa
Artigo by dona Olynda Aparecida Bassan Franco
Olynda Aparecida Bassan Franco
29/09/16 07:00 - Tribuna do Leitor
Não me representa
Olynda Aparecida Bassan Franco
As eleições se aproximam e me preocupa a falta de representatividade na Câmara Municipal e no Poder Executivo pelo voto nulo ou em branco, motivados pelo desencanto, cansaço de promessas vãs, ilusórias, não alicerçadas na concretude das propostas. A propósito desta omissão, do sentido que damos ao voto, ao direito e dever de se fazer escolhas, apesar das desilusões, resgatei um texto escrito há um tempinho. Um texto atemporal.
“Outras eleições teremos...
Olynda Aparecida Bassan Franco
As eleições se aproximam e me preocupa a falta de representatividade na Câmara Municipal e no Poder Executivo pelo voto nulo ou em branco, motivados pelo desencanto, cansaço de promessas vãs, ilusórias, não alicerçadas na concretude das propostas. A propósito desta omissão, do sentido que damos ao voto, ao direito e dever de se fazer escolhas, apesar das desilusões, resgatei um texto escrito há um tempinho. Um texto atemporal.
“Outras eleições teremos...
Eu não estava representada naquele episódio circense, dantesco, vexatório do Plenário da Câmara dos deputados. Você poderia pensar que foi por omissão, por anular meu voto, por não exercer o meu direito e dever de cidadã. Não tive a oportunidade de me expressar, como deputado você me representa, ou não me representa mais. Voto errôneo. Em suma, há muito me sento às margens do Legislativo federal. Suas águas não molham meus pés, nem com a suplência pela vacância de um cargo. Não mergulho na calha deste rio. E por quê?
Sou eleitora votante em candidatos bauruenses, mesmo não sendo adotado no Brasil o sistema de voto distrital. Havendo a pulverização dos votos, a prata da casa não se elege e colocamos representantes, passíveis de tais atitudes, nada condizentes com o seu cargo conquistado nas urnas democraticamente. Melhor seria dizer encargo, pois estão a serviço de uma Nação e por uma Nação.
Tenho poucas certezas. Tenho mais perguntas do que respostas, mas estou convicta de que meu eleito, deputado federal de Bauru, teria desempenho moral, postura parlamentar. Votaria justificando seu voto pelo processo em si, e não por uma “parafernália” de motivos, distante da causa maior. Cômicos, se não fossem trágicos. Momento crucial para o Brasil, sendo conduzido por meninos brincalhões, desfile de egos, marionetes do poder, interesses próprios; salvo algumas exceções. Não se ouvia, não se respeitava a opinião dos “sua excelência”, caso fosse discrepante da sua. Campanha política antecipada, vitrine.
O que justificaria eu não eleger a quem eu conheço, a quem me encontro no café da esquina, no templo, no teatro, na mesma calçada? Batistando aos sábados em papos calorosos? Em algum momento ele teria que olhar nos olhos do seu eleitor e prestar contas do seu mandato. Eu poderia apertar sua mão em agradecimento, ou por cobranças. Não faz sentido. Vivemos a vácuo. Nos falta o ar da confiabilidade, da governança, da proposta consistente, constitucional. Nos falta a governabilidade técnica, embasada em conhecimentos, estudos, em detrimento aos casuísmos políticos.
Conversando com um político local sobre esta vertente da cidade, ele me dizia que os bauruenses batem na trave de maneira exaustiva e repetitiva, mas não fazem um gol de placa, ou um gol magrinho. Outro vereador me disse também que 50% dos votos dos bauruenses são destinados a candidatos de fora. Dos 50% restantes, de 20% a 30% são nulos e brancos. Neste painel de votação se restringe as possibilidades de se eleger um deputado federal que nos represente.
Em paradoxo, colocamos limites à representatividade de Bauru no cenário político brasileiro além dos nossos muros, dispensando o nosso voto aos paraquedistas, que se distanciam assim que se consolida o resultado das urnas. Mesmo que alguns políticos da região nos representem em questões subjacentes, pontuais, ainda assim me pergunto: por que não um bauruense? Plenário Federal, você não me representa.”
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